Câmara cobra protocolo para animais feridos em Foz do Iguaçu
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Paraná

Câmara cobra protocolo para animais feridos em Foz do Iguaçu

O Requerimento nº 662/2026 pede informações sobre o atendimento municipal a animais atropelados, vítimas de maus-tratos ou envolvidos em acidentes. A Câmara também quer saber quem aciona o resgate, como funciona o acesso à clínica conveniada e quais dados foram registrados em 2025 e 2026.

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Por Redação Paraná Vitrine · 13 de agosto de 2026 às 22:30
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A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu encaminhou ao Executivo um pedido de informações sobre a estrutura disponível para atender animais que precisam de atendimento veterinário de urgência. A iniciativa busca esclarecer como funciona atualmente o serviço oferecido pelo Município em casos de atropelamentos, maus-tratos e acidentes em vias públicas.

Um dos questionamentos trata do acesso à clínica veterinária conveniada. Os vereadores querem saber quais são as regras para utilizar o serviço e se um animal resgatado por uma pessoa em via pública pode ser atendido quando o responsável pelo resgate não é beneficiário do Cadastro Único.

O requerimento também solicita orientações dadas pela Prefeitura para situações em que o animal está em estado grave e precisa de socorro imediato. A Câmara pergunta quais alternativas estão disponíveis ao cidadão e se existem estudos para ampliar o atendimento emergencial, independentemente da condição socioeconômica de quem fez o resgate.

Outro ponto é a existência de um protocolo específico para animais atropelados ou vítimas de acidentes. O Município deverá informar quais órgãos ou Secretarias são responsáveis por acionar o atendimento, fazer o resgate, providenciar o transporte e encaminhar os animais para avaliação e tratamento veterinário.

Também foram solicitados dados sobre os atendimentos da clínica conveniada em 2025 e 2026, incluindo número de procedimentos, espécies atendidas, motivos da procura e quantidade de beneficiários do Cadastro Único. As respostas devem subsidiar a avaliação do alcance do serviço e da necessidade de mudanças nos procedimentos municipais.

Fonte: gdia.com.br

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