

Castro se despede de Hideaki Joboji, ligado à cultura japonesa e à comunidade
Hideaki Joboji morreu aos 82 anos, em Ponta Grossa, onde fazia tratamento. Natural de Mirandópolis (SP), ele viveu em Castro desde 1971 e atuou em atividades profissionais, comunitárias e religiosas no município.
Hideaki Joboji morreu neste sábado (19), aos 82 anos, no Hospital Santa Casa de Misericórdia, em Ponta Grossa. Economista de formação e natural de Mirandópolis (SP), ele construiu em Castro parte de sua trajetória profissional, familiar e comunitária. O velório ocorre na Capela 01 da P.A.F. Funerária Castro Centro.
Joboji chegou a Castro em 1971, vindo de São Paulo, onde trabalhava no Centro Administrativo de Cotia (CAC). Entre 1988 e 1997, atuou na Comercial Sul Paraná S/A, empresa na qual também exerceu a função de diretor.
Além da carreira, participou de iniciativas ligadas à preservação e à valorização da cultura japonesa em Castro. Ele contribuiu com a Escola Japonesa de Castro e com a Associação Cultural e Esportiva de Castro (ACEC). Também atuou como preletor da Seicho-No-Ie e realizava palestras relacionadas ao movimento de iluminação da humanidade.
Casado com Keiko Ueda Joboji, Hideaki teve quatro filhos: Nancy Akie, Nádia Terumi, Alexandre Hideaki e Otávio Hideaki, que já faleceu. Também era avô de Luiza e Pedro, que o chamavam de “ditchan”.
Neste domingo (20), será realizado um culto da Seicho-No-Ie às 14 horas, seguido do cortejo às 15 horas. O sepultamento ocorrerá no Cemitério Frei Mathias.
Fonte: p1news.com.br
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