

Coworkings ampliam alternativas para empresas e profissionais em Maringá
O número de espaços de coworking no Brasil passou de 810, em 2017, para 4.416, em 2025, segundo o Censo Coworking 2026, da Woba. Em Maringá, o modelo ganha espaço ao oferecer escritórios flexíveis para trabalho, reuniões e atendimento a clientes.
O avanço dos escritórios compartilhados acompanha a busca de empresas e profissionais por estruturas mais flexíveis, com redução de despesas e sem a necessidade de manter um imóvel comercial completo. O modelo se distancia da ideia de oferecer apenas uma mesa e internet: também inclui salas privativas, ambientes de reunião e espaços para apresentações e atendimentos presenciais.
A expansão nacional ocorre em um cenário de mudanças na organização do trabalho, com atividades remotas e híbridas. De acordo com o levantamento citado pela publicação, o país passou de 810 espaços de coworking em 2017 para 4.416 em 2025. O escritório convencional, porém, continua sendo necessário para negócios que dependem de instalações específicas ou estruturas próprias de maior porte.
Em Maringá, a DS Work Cowork Office integra esse mercado com estações de trabalho climatizadas, salas privativas mobiliadas e uma sala de reuniões para até 16 pessoas. A estrutura também oferece internet de alta velocidade, mobiliário ergonômico e tela interativa 4K para reuniões, apresentações e videoconferências.
Localizada na Rua Néo Alves Martins, 2999, no 10º andar do Condomínio Marquezini Trade Center Shopping, na região central, a empresa atende empresários, profissionais liberais, prestadores de serviços e empreendedores. A localização é apresentada como uma alternativa para quem recebe clientes de diferentes regiões de Maringá.
O coworking também pode ser usado por profissionais que trabalham em casa ou administram pequenos negócios, mas precisam de um ambiente reservado para reuniões com clientes, fornecedores e parceiros. Entre os públicos citados estão consultores, representantes comerciais, profissionais de tecnologia e prestadores de serviços.
Além da estrutura física, a convivência entre profissionais de diferentes áreas pode ampliar oportunidades de relacionamento, troca de experiências e possíveis parcerias, embora essas conexões não sejam garantidas. A flexibilidade de uso é outro aspecto do modelo, especialmente para empresas em fase inicial, autônomos e negócios com equipes reduzidas.
Fonte: O Diário de Maringá
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