Curitiba terá projeto-piloto para enterrar 120 km de fiação
Reprodução/RIC Paraná
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Curitiba terá projeto-piloto para enterrar 120 km de fiação

Curitiba e BNDES assinaram protocolo para estruturar um projeto-piloto nacional de enterramento de redes de energia e telecomunicações. A iniciativa prevê 120 km de fiação subterrânea, com custo estimado em R$ 1,2 bilhão e possível viabilização por PPP.

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Por Redação Paraná Vitrine · 25 de agosto de 2026 às 21:44
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A Prefeitura de Curitiba e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmaram o protocolo de intenções nesta terça-feira (25). A capital paranaense deverá funcionar como laboratório para a criação de referências regulatórias para intervenções desse tipo no Brasil.

O projeto prevê infraestrutura subterrânea compartilhada para redes de energia elétrica e telecomunicações. Entre os objetivos estão reduzir riscos de acidentes, incêndios e furtos, proteger os serviços de eventos climáticos e melhorar a paisagem e a acessibilidade urbana.

Ainda não existe data definida para o início das obras. A intenção inicial é começar por vias pavimentadas, a partir do Centro e de áreas próximas, priorizando regiões com maior densidade populacional, pontos turísticos, áreas históricas e locais considerados mais vulneráveis a quedas de serviço.

Além do enterramento dos cabos, a proposta inclui a modernização e a zeladoria da fiação aérea que permanecer, assim como recursos de videomonitoramento, sensores e sistemas integrados voltados à segurança e à gestão urbana.

A estruturação terá participação da Pars S.A., empresa da Prefeitura de Curitiba voltada a parcerias público-privadas. Também estão previstas discussões técnicas com o BNDES, agências reguladoras e concessionárias de energia e telecomunicações sobre regras setoriais, competências da Aneel e da Anatel e contratos de concessão federais.

Como o protocolo ainda é uma etapa inicial, os envolvidos deverão avaliar a viabilidade e o formato do projeto. A proposta também prevê a articulação entre Itaipu, BNDES, Governo Federal e Curitiba para que a experiência possa inspirar iniciativas semelhantes em outras cidades.

Fonte: RIC Paraná

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