Endividamento rural cresce e pressiona produtores na região de Maringá
Reprodução/maringapost.com.br
Economia

Endividamento rural cresce e pressiona produtores na região de Maringá

A inadimplência da população rural brasileira chegou a 8,8% no primeiro trimestre de 2026, alta de 1,2 ponto percentual em um ano. No Paraná, o cenário já aparece em processos judiciais na comarca de Maringá e mobiliza orientações para renegociação de dívidas.

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Por Redação Paraná Vitrine · 14 de setembro de 2026 às 05:43
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# Endividamento rural cresce e pressiona produtores na região de Maringá O aumento do endividamento rural em 2026 passou a refletir também na região de Maringá. Segundo dados da Serasa Experian, a inadimplência entre a população rural brasileira subiu de um ano para o outro e alcançou 8,8% no primeiro trimestre deste ano.

Na comarca de Maringá, decisões recentes do Tribunal de Justiça do Paraná envolvem produtores que tentam renegociar dívidas e evitar medidas de cobrança ou a perda da posse de bens dados como garantia. Em um dos processos, um produtor discutiu uma dívida com alienação fiduciária e pediu para permanecer na posse dos bens enquanto buscava reorganizar a situação financeira.

Os casos, porém, não comprovam uma retomada generalizada de propriedades por bancos na região. Não há, até o momento, levantamento público consolidado sobre quantas propriedades rurais foram efetivamente retomadas por instituições financeiras em Maringá em 2026.

O Sistema FAEP orientou produtores endividados no Paraná a procurar as instituições financeiras e manifestar interesse na renegociação prevista pela Medida Provisória 1.376/2026. Conforme as regras da medida, podem ser realizadas operações para composição e renegociação de determinadas dívidas rurais.

Para produtores que ofereceram terras como garantia, o não pagamento pode levar a processos judiciais e, conforme o contrato e as garantias, resultar na perda da posse ou na venda do imóvel para quitar a dívida. O tamanho do problema local ainda depende de levantamento junto a bancos, cartórios, Justiça e entidades do setor.

Fonte: maringapost.com.br

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