

Felca relata bullying vivido em colégio particular de Londrina
Vídeo de 1h03 publicado pelo influenciador alcançou cerca de 5 mil visualizações na primeira hora e levou seu nome ao topo dos assuntos comentados no X. No depoimento, ele relaciona as agressões escolares à fobia social e afirma que pensou em tirar a própria vida.
O influenciador Felca publicou na madrugada de terça-feira (20) um vídeo em que relata episódios de bullying vividos na infância e na adolescência em um colégio particular de Londrina. A repercussão alcançou as redes sociais durante a madrugada, quando o nome do londrinense apareceu em primeiro lugar entre os assuntos mais comentados do X, antigo Twitter.
Com 1 hora e 3 minutos de duração, o vídeo registrava cerca de 5 mil visualizações na primeira hora após a publicação. A repercussão também foi acompanhada por comentários irônicos de políticos e militantes que esperavam que Felca tratasse de algum tema político relacionado às eleições do próximo domingo (25).
Ao recordar o período escolar, Felca descreveu uma situação em que acreditou estar sendo aceito pelos colegas. Segundo seu relato, uma menina de quem gostava passou a fazer carinho em suas costas durante uma aula, acompanhada por outras alunas. Ele afirmou que só depois percebeu que os gestos escondiam uma humilhação: adesivos eram colados em suas costas.
Ainda conforme o depoimento, um colega e a menina o seguraram pelos braços e o levantaram enquanto gritavam para que outros estudantes comprassem os adesivos. Felca afirmou que não compreendia o que estava acontecendo naquele momento.
No vídeo, o influenciador também falou sobre a fobia social desenvolvida ao longo da vida e disse que as agressões sofridas na escola o fizeram pensar em tirar a própria vida. Ele anunciou a campanha digital #SimFel, voltada a seguidores que enfrentam fobia social, com a proposta de incentivá-los a enfrentar gradualmente situações que provocam medo ou desconforto.
Felca afirmou ainda que pretende dedicar parte do tempo a palestras em escolas para ajudar crianças e adolescentes vítimas de bullying. Ele ressaltou que não pretende voltar ao colégio onde estudou em Londrina, dizendo que “não consegue pisar naquele lugar”.
Fonte: Bonde (Londrina)
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