

Jovem ferido por galho deixa hospital e Praça Osório é isolada em Curitiba
Arthur Baggio, de 24 anos, recebeu alta cinco dias após ser atingido por um galho na Praça Osório, em Curitiba. Foi o terceiro caso de queda de galho com feridos no local em menos de quatro meses, segundo o G1 Paraná.
Arthur Baggio, de 24 anos, recebeu alta hospitalar na manhã desta terça-feira (27), cinco dias depois de ser atingido por um galho que caiu de uma árvore na Praça Osório, em Curitiba. O estudante se recupera em casa após passar por cirurgia e dependerá de fisioterapia e cuidados da família nos próximos meses.
O jovem teve fratura na vértebra L4, na região lombar, e em dois ossos do tornozelo. Ele usa bota ortopédica, muletas e colete para fratura de coluna. Em casa, relata que precisará adaptar a rotina e lidar com a perda temporária de autonomia.
“É um alívio muito grande não estar no hospital, já tira um pouco daquela energia ruim, mas me sinto angustiado, porque agora eu preciso adaptar toda a minha rotina”, afirmou Arthur. Entre as preocupações estão as responsabilidades na universidade, no estágio e o auxílio à avó idosa, que ele levava ao mercado, ao médico e a outras atividades.
Durante a queda, Arthur empurrou a amiga que o acompanhava e evitou que ela também fosse atingida. Ele agradeceu o atendimento do Siate e da equipe hospitalar e disse que ainda está processando o que aconteceu.
O caso é o terceiro registro de queda de galho com feridos na Praça Osório em menos de quatro meses, conforme o G1 Paraná. Em junho, Ana Beatriz Cruz, de 22 anos, ficou paraplégica após ser atingida por um galho. No último sábado (17), outra queda deixou uma mulher ferida e um carro danificado.
Após o acidente com Arthur, a prefeitura isolou a praça com faixas e cones, retirou os bancos e proibiu a passagem de pedestres pelo interior do espaço. A administração informou que pretende antecipar as obras de revitalização, previstas inicialmente para fevereiro, mas os trabalhos só devem ser concluídos no ano que vem. A secretária municipal de Saúde, Tatiane Filipak, afirmou que a rede municipal está à disposição para acompanhar o tratamento e oferecer suporte psíquico ao estudante.
Fonte: G1 Paraná
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