Oncologia do Hospital da Criança de Maringá completa um ano
Reprodução/Maringá Post
Paraná

Oncologia do Hospital da Criança de Maringá completa um ano

Em 12 meses, setor investigou mais de 70 crianças e adolescentes, confirmou 40 diagnósticos e realizou 700 sessões de quimioterapia. Atendimento especializado passou a ser oferecido em Maringá, evitando que muitas famílias precisassem viajar a Curitiba.

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Por Redação Paraná Vitrine · 21 de agosto de 2026 às 15:21
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O setor de Oncologia do Hospital da Criança de Maringá (HCM) completou um ano de funcionamento nesta sexta-feira (21) com mais de 70 crianças investigadas e 40 diagnósticos confirmados. Antes da implantação do serviço, muitas crianças e adolescentes precisavam viajar até Curitiba para ter acesso ao atendimento especializado.

No período, foram realizadas 700 sessões de quimioterapia, cerca de 650 atendimentos ambulatoriais e 290 internações. O balanço também registra oito pacientes repatriados para Maringá, o que permitiu a continuidade do tratamento perto das famílias e da rede de apoio.

A investigação e o início do tratamento ocorrem em prazos inferiores aos limites previstos na legislação nacional. O tempo médio entre a primeira consulta e o exame diagnóstico é de dois dias; depois da confirmação, o tratamento começa, em média, sete dias mais tarde.

A equipe reúne oncologistas pediatras, enfermeiros especializados em oncologia e pediatria e cirurgiões pediatras. O atendimento também envolve profissionais de fonoaudiologia, odontologia, serviço social, fisioterapia e farmácia oncológica.

Segundo a coordenadora do setor, a enfermeira Neylla Ruiz, a legislação estabelece prazo de até 30 dias entre a primeira consulta e o exame diagnóstico e de até 60 dias entre a confirmação e o início do tratamento. No HCM, os prazos médios são de dois e sete dias, respectivamente.

Para o secretário de Saúde, Antonio Nardi, o primeiro ano representa um avanço na regionalização do atendimento e na rotina das famílias que enfrentam o câncer infantil. A implantação do serviço envolveu a gestão municipal, os governos Federal e Estadual, instituições parceiras e as equipes de saúde.

Fonte: Maringá Post

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