Negócios

Pequenas marcas ampliam alcance e precisam proteger ativos intelectuais

Negócios que começam em feiras, quartos ou redes sociais podem chegar a outras cidades, marketplaces e até outros países. O crescimento, porém, não substitui a necessidade de pesquisar e registrar marcas e outros ativos intelectuais.

Por · 18 de setembro de 2026 às 07:52
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Marcas de pequenos produtores podem sair de uma feira ou de um quarto e alcançar outras cidades, marketplaces e até outros países. A expansão, impulsionada pelas redes sociais, tem mudado a forma de consumo e ampliado o alcance de negócios artesanais e autorais.

O crescimento nem sempre é acompanhado pela proteção jurídica. O registro de marcas e de outros ativos intelectuais costuma ser deixado em segundo plano até que o empreendedor receba uma notificação, enfrente uma denúncia nas redes sociais ou seja alertado sobre possível suspensão de perfil. A fonte também ressalta que ligações com ameaças de perda da marca podem ser feitas por golpistas.

A proteção não se limita às grandes empresas. Pequenos negócios podem sofrer com concorrência desleal ou, sem intenção, infringir direitos de terceiros. Por isso, antes de investir em embalagens, publicidade e reputação, é necessário verificar se a marca pode ser utilizada e registrada, além de analisar as classes e atividades relacionadas ao negócio.

Conforme o caso, a proteção pode envolver marca, patente, desenho industrial, direito autoral, segredo empresarial ou indicação geográfica. A avaliação antecipada busca reduzir riscos e evitar que uma empresa precise mudar sua identidade depois de consolidar sua presença no mercado.

Fonte: diariocampineiro.com.br

Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

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