Professora cobra recomposição de carreiras e direitos de servidores no Paraná
Reprodução/O Diário de Maringá
Paraná

Professora cobra recomposição de carreiras e direitos de servidores no Paraná

Em coletiva na Associação Comercial e Empresarial de Maringá, a professora Irene, de Uniflor, pediu a Sandro Alex medidas para recompor carreiras e reconhecer direitos de profissionais da educação e servidores estaduais. O episódio levou ao debate uma reivindicação apresentada como pendente há anos no estado.

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Por Redação Paraná Vitrine · 22 de setembro de 2026 às 02:48
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A cobrança foi feita durante uma coletiva realizada na semana passada, em Maringá, e envolve profissionais da educação e demais servidores estaduais do Paraná. Irene afirmou que professores enfrentam dificuldades e aguardam há anos uma solução para ações que tramitam na Justiça.

Segundo a professora, a categoria precisa recorrer a promoções de pizza e a pedidos de dinheiro à comunidade. Ela também disse que os direitos dos servidores foram esquecidos e desrespeitados ao longo dos últimos oito anos.

> “O nosso pedido não é aumento, é recomposição, que é direito por lei.”

Irene pediu que Sandro Alex receba representantes das categorias caso assuma o governo do Paraná. Ela afirmou ainda que os profissionais esperam respeito e reconhecimento, além de uma resposta para as demandas judiciais mencionadas na manifestação.

Em resposta, Sandro Alex declarou que uma equipe já trabalha em uma proposta para reestruturar e recompor as carreiras. Ele também afirmou que o Paraná tem condições financeiras para realizar o trabalho e prometeu empenho na valorização dos professores.

> “Nós já estamos fazendo o trabalho para que a gente reestruture as carreiras. E nós já temos hoje uma equipe trabalhando e nós vamos reestruturar, recompor”, respondeu.

Durante a coletiva, Sandro Alex mencionou que o salário inicial de um professor é de R$ 6.990,00 e que anteriormente chegava a R$ 3.000,00. A manifestação terminou com o compromisso público de recomposição e reestruturação das carreiras, enquanto a professora manteve a cobrança pelo reconhecimento dos direitos da categoria.

Fonte: O Diário de Maringá

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