Aluguel residencial sobe 14,1% em um ano em Curitiba
Reprodução/O Diário de Maringá
Economia

Aluguel residencial sobe 14,1% em um ano em Curitiba

O ticket médio chegou a R$ 2.544 em julho, com alta mensal de 3,6% e avanço de 14,1% na comparação com o mesmo mês de 2025. O aumento tem levado inquilinos a buscar alternativas para reduzir o custo dos contratos.

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Por Redação Paraná Vitrine · 25 de setembro de 2026 às 16:21
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O mercado de locação residencial em Curitiba manteve trajetória de alta em julho. O aluguel médio chegou a R$ 2.544, valor 3,6% superior ao registrado em junho e 14,1% acima do mesmo mês de 2025. Os dados integram pesquisa do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), ligado ao Secovi-PR.

Na média trimestral, o ticket médio ficou em torno de R$ 2.453, com crescimento de 12,4% em relação a 2025 e de 28% ante o mesmo período de 2024. Com os preços em elevação, o uso do fiador ganhou espaço entre as garantias de locação.

Em julho, essa modalidade avançou 2,4 pontos percentuais em relação a junho, quando representava 21,4% dos contratos. No mesmo período, a contratação de seguro-fiança recuou 2,8 pontos percentuais, para 70,9%. Segundo o presidente do Inpespar, Luiz Fernando Martins Alves, o fiador pode reduzir o custo fixo do aluguel durante o período do contrato.

O Centro foi o bairro mais procurado para locações em julho, concentrando 15,5% dos contratos residenciais e 17,5% dos comerciais. Na moradia, vieram na sequência Água Verde (5,9%), Portão (4,7%), Campo Comprido (4,3%) e CIC (4,1%). No segmento comercial, o Portão respondeu por 8,3% das locações, seguido por Água Verde (7,5%), enquanto Batel, Centro Cívico e Rebouças tiveram 5% cada.

Entre os imóveis residenciais, as unidades de quatro dormitórios tiveram 4,8% da oferta locada, alta de 2,8 pontos percentuais. A taxa de inadimplência, que considera atrasos superiores a 30 dias, permaneceu em 1,1%. Um projeto aprovado pela Câmara dos Deputados e enviado ao Senado prevê o chamado aluguel consignado, com desconto de até 30% do salário, mas a modalidade ainda não está em vigor.

Fonte: O Diário de Maringá

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