

Atuação nos Campos Gerais reúne R$ 147,1 milhões em 161 ações
Levantamento aponta investimentos relacionados a demandas acompanhadas em 17 municípios, com recursos em áreas como infraestrutura, habitação, saúde e apoio ao setor produtivo. Plano para o Senado inclui fiscalização de concessões rodoviárias, Nova Ferroeste e políticas para o agronegócio.
Um levantamento sobre a atuação de Alexandre Curi (Republicanos) registra 161 ações em 17 municípios dos Campos Gerais, região estratégica para a indústria, o agronegócio e a logística do Paraná. As demandas somam R$ 147,1 milhões, dos quais R$ 61,8 milhões são apontados como recursos liberados e R$ 85,3 milhões estão pendentes ou em etapas de contratação, liberação e execução.
A maior parcela está concentrada em infraestrutura urbana, com R$ 58,5 milhões, e infraestrutura rodoviária e rural, com R$ 13,7 milhões. Também aparecem R$ 21,6 milhões para estrutura e serviços municipais, R$ 21,4 milhões em habitação e R$ 9,9 milhões em esporte e lazer. A carteira reúne emendas, transferências, programas, financiamentos e demandas acompanhadas pelo mandato, sem considerar automaticamente os valores como obras concluídas.
Entre os exemplos está a Assembleia Itinerante em Telêmaco Borba. Demandas apresentadas por prefeituras, entidades e representantes da sociedade incluíram trincheiras, estruturas de segurança e novas unidades escolares. Na segunda edição realizada no município, em março de 2025, as duas trincheiras estavam em obras, e foram anunciados R$ 15 milhões em emendas coletivas para a educação. A continuidade da pavimentação entre Imbaú e Reserva também entrou na lista de reivindicações atendidas.
Outra frente envolve a cadeia leiteira. Curi foi coautor da proposta que resultou na lei estadual que proibiu a reconstituição, para consumo alimentar, de leite em pó e outros derivados lácteos de origem importada. A medida tem relação direta com Castro, Carambeí e Arapoti, municípios que formam um dos principais polos de produção de leite do Paraná.
Para o Senado, o plano apresentado prioriza o acompanhamento das concessões rodoviárias, da Nova Ferroeste e de políticas ligadas ao agronegócio. O Lote 3 das concessões prevê cerca de R$ 16 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos, enquanto a ferrovia tem estrutura estimada em R$ 35,8 bilhões e ainda depende de licenciamento ambiental e da organização da concessão. A agenda também inclui fiscalização de contratos, fortalecimento da saúde regional, seguro rural, crédito e apoio à produção.
Fonte: Hoje no Centro Sul (Irati)
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