

Audiência com 13 testemunhas é adiada em processo por crime em Castro
A audiência que ouviria 13 testemunhas do Ministério Público não ocorreu nesta quarta-feira (22), em Castro. A defesa questiona a demora no processo e pede que pai e filho, presos há mais de um ano, respondam em liberdade.
O processo sobre um crime ocorrido em um posto de combustíveis em Castro teve novo atraso nesta quarta-feira (22). A audiência estava marcada para as 16h30 e previa o depoimento de 13 testemunhas indicadas pelo Ministério Público, mas não foi realizada.
O adiamento amplia a demora para a produção de provas no caso. Em vídeo gravado do lado de fora do Fórum da Comarca de Castro, o advogado Yuri Kozan criticou o cancelamento da pauta e afirmou que a quantidade de testemunhas pode exigir uma permanência prolongada no local.
A defesa também destacou a situação dos réus Edejaime Valenga e David Batista, pai e filho. Segundo os trechos divulgados, os dois estão presos há mais de um ano e não tiveram registro de novos crimes durante esse período.
Para a defesa, o tempo de prisão, somado aos atrasos na oitiva das testemunhas, é excessivo. O advogado informou que já questionou formalmente a Justiça e que continuará buscando a possibilidade de os dois responderem ao processo em liberdade.
Fonte: aRede (Ponta Grossa)
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