Curitiba estrutura plano para enfrentar picos de dengue e síndromes respiratórias
Reprodução/Bem Paraná
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Curitiba estrutura plano para enfrentar picos de dengue e síndromes respiratórias

A rede municipal de saúde de Curitiba passou a organizar medidas antecipadas para períodos de maior demanda por dengue e síndromes respiratórias. O plano prevê ampliação de leitos, reforço de equipes, hospitais de retaguarda e possível reagendamento de cirurgias eletivas.

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Por Redação Paraná Vitrine · 29 de setembro de 2026 às 19:04
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A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba estruturou planos de contingência para doenças sazonais que pressionam o Sistema Único de Saúde (SUS), como dengue e síndromes respiratórias. A estratégia utiliza análise preditiva para estimar o aumento da demanda e preparar a rede antes dos períodos de maior procura.

As medidas podem incluir a abertura de leitos extras, a ampliação temporária da jornada de médicos e profissionais de enfermagem e a ativação de hospitais de retaguarda. Quando necessário, cirurgias eletivas também podem ser reagendadas, enquanto o atendimento de urgência e emergência é mantido.

A secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak, apresentou o funcionamento do planejamento durante audiência pública realizada na Câmara Municipal de Curitiba. Segundo ela, a análise da provável evolução da dengue permite organizar previamente a capacidade de atendimento.

Como exemplo, Filipak informou que a última sazonalidade respiratória exigiu a abertura de quatro novos leitos de UTI, enquanto, no ano anterior, a ampliação havia sido de quase 20 leitos. A rede, de acordo com a secretária, acionou os recursos conforme a necessidade.

O atendimento domiciliar também integra a estratégia. O programa retira dos hospitais mais de 600 pessoas por mês que já podem continuar o tratamento em casa, com acompanhamento de médicos, enfermeiros, nutricionistas e fisioterapeutas, liberando os leitos para novos atendimentos.

A audiência foi coordenada pela Comissão de Saúde e Bem-Estar Social e integra a fiscalização do SUS pelo Legislativo municipal, conforme previsto na Lei Complementar 141/2012.

Fonte: Bem Paraná

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