Maringá discute regras para sepultamento e cremação de pets
Reprodução/Maringá Post
Paraná

Maringá discute regras para sepultamento e cremação de pets

A destinação dos corpos de cães e gatos entrou no debate nacional em 2026 e também mobiliza Maringá, onde há uma proposta em tramitação e serviços privados de cremação. A cidade ainda não tem um sistema público específico para animais definido por lei municipal.

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Por Redação Paraná Vitrine · 11 de setembro de 2026 às 04:44
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A forma de despedida de animais de estimação envolve famílias em diferentes partes do Brasil. Além de cemitérios exclusivos, empresas oferecem cremação individual ou coletiva — em alguns casos, com entrega das cinzas em uma urna — enquanto o Congresso Nacional analisa projetos sobre o sepultamento de cães e gatos.

Em São Paulo, uma lei estadual publicada em fevereiro de 2026 autorizou o sepultamento de cães e gatos em campas e jazigos pertencentes às famílias dos tutores. A aplicação das regras práticas fica sob responsabilidade dos serviços funerários de cada município.

Em Maringá, o Projeto de Lei 17.560/2025 prevê o sepultamento de animais domésticos em sepulturas, gavetas ou outros espaços específicos nos cemitérios públicos municipais. A proposta ainda está em tramitação.

Também em 2025, a Câmara Municipal aprovou um requerimento para questionar a Prefeitura sobre estudos ou projetos voltados à implantação de um serviço de cremação de animais, inclusive por meio de parcerias com empresas privadas.

Enquanto a discussão pública continua, Maringá já conta com serviços privados. O Estrelinhas no Céu Crematório Pet informa oferecer cremação individual e coletiva, acolhimento do animal e possibilidade de entrega das cinzas à família, com atendimento em Maringá e região. O Angelus Crematório e Crematório Pet também aparece entre os estabelecimentos da cidade.

No sepultamento, o animal é enterrado em local destinado a essa finalidade. Na cremação, o corpo passa por um processo específico, com a possibilidade de a família receber as cinzas. Para os municípios, a regulamentação envolve aspectos de saúde pública, meio ambiente, localização e controle dos procedimentos.

Fonte: Maringá Post

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