Maringá tem 932 vagas abertas e enfrenta falta de profissionais qualificados
Reprodução/Maringá Post
Economia

Maringá tem 932 vagas abertas e enfrenta falta de profissionais qualificados

Maringá reunia 932 vagas de emprego em 21 de setembro, enquanto empresas relatavam dificuldade para encontrar trabalhadores com o perfil exigido. O descompasso envolve funções operacionais e técnicas e também é influenciado pela disputa por mão de obra entre municípios da região.

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Por Redação Paraná Vitrine · 24 de setembro de 2026 às 05:49
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# Maringá tem 932 vagas abertas e enfrenta falta de profissionais qualificados Os dados da Agência do Trabalhador mostram o tamanho do mercado: eram 725 vagas destinadas ao público geral e 207 para pessoas com deficiência. Entre as maiores ofertas estavam auxiliar de linha de produção, com 210 oportunidades, e auxiliar de logística, com 209. Também havia vagas para atendente de farmácia ou balconista e operador de caixa.

A existência de muitas vagas, porém, não basta para caracterizar escassez de mão de obra. É preciso considerar por quanto tempo os postos permanecem abertos, quantos candidatos se apresentam e se eles têm a qualificação solicitada pelas empresas.

As dificuldades aparecem principalmente em atividades operacionais e técnicas. Logística, produção industrial, construção civil, alimentação, comércio e serviços estão entre os segmentos que precisam repor trabalhadores com frequência.

A disputa por profissionais ultrapassa os limites de Maringá. Empresas de Sarandi, Paiçandu, Marialva e de outras cidades da região também buscam trabalhadores, o que faz com que moradores possam trabalhar em municípios diferentes daquele onde vivem.

Além das vagas divulgadas pela Agência do Trabalhador, empresas recrutam diretamente ou recorrem a agências especializadas. Uma pesquisa do Sebrae/PR em parceria com a Fecomércio PR apontou que 23,3% dos empresários da região de Maringá pretendiam aumentar o quadro de funcionários no segundo semestre de 2026.

Para quem busca uma nova área, o cenário aumenta a relevância de cursos de curta duração, formação profissional e experiência prática. A principal diferença observada no mercado é entre a vaga disponível e o profissional que reúne a formação, a experiência e as habilidades exigidas.

Fonte: Maringá Post

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