Suspeito de coordenar morte de empresário em Ponta Grossa é preso em Alagoas
Reprodução/Banda B
Paraná

Suspeito de coordenar morte de empresário em Ponta Grossa é preso em Alagoas

Paulo Santos da Silva, conhecido como “Pastor Paulo”, foi preso quatro anos após o assassinato de José Claiton Leal Machado, ocorrido em Ponta Grossa. A localização envolveu monitoramento da Polícia Civil do Paraná e troca de informações com forças de segurança de outros três estados, além da PRF.

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Por Redação Paraná Vitrine · 19 de setembro de 2026 às 14:23
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Paulo Santos da Silva, conhecido como “Pastor Paulo”, foi preso na noite de sexta-feira (18) durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal na BR-101, em São Miguel dos Campos, Alagoas. Ele é apontado pela Polícia Civil do Paraná como coordenador do assassinato do empresário José Claiton Leal Machado, morto em 19 de abril de 2022, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais.

Segundo a investigação, o empresário Oseias Gomes de Morais foi apontado como mandante do homicídio. A defesa dele nega participação no crime. Paulo já havia sido indiciado e pronunciado pela Justiça pelo assassinato.

Durante a abordagem, Paulo apresentou um documento falso. Além da ordem judicial relacionada ao homicídio, ele foi autuado em flagrante pelo crime ligado à documentação falsa.

A prisão foi resultado de um trabalho de monitoramento do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa. A localização ocorreu após a troca de informações entre as Polícias Civis do Paraná, São Paulo, Bahia e Alagoas, com apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Em 12 de agosto de 2026, equipes da Polícia Civil do Paraná e da Polícia Militar de São Paulo tentaram localizar o investigado em uma cobertura de propriedade dele, em Praia Grande, no litoral paulista, mas não conseguiram prendê-lo.

A investigação também apontou outros envolvidos. Diones Henrique Rodrigues Raimundo foi identificado como executor direto e já foi condenado; outros dois investigados foram pronunciados pela Justiça e aguardam o andamento dos recursos. Paulo permanece à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Banda B

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